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Filme de Henry Selick.


Andava para ver este filme à algum tempo, mas para animação preciso mesmo estar no mood, e o meu tempo livre foi hoje para o Coraline.

Qual é a criança que não sonha com a vida perfeita, num mundo perfeito com tudo o que quiser? Coraline muda-se para uma mansão velha e sem vida, sem os amigos que deixou, onde vive entediada  com uns pais que não lhe dão a atenção que queria.
Coraline descobre então uma porta para outro mundo. O mundo da imaginação vai ser fantástico no início, Coraline começa a ter sonhos com o que seria a vida perfeita, com todas as coisas que desejava, mas com um pai e uma mãe e todos os outros diferentes dos da vida real. A animação e fantasia está muito boa nestas partes e vai ganhando dimensão ao longo do filme, não aborreceu pelo menos a mim.
Aos poucos Coraline começar a ver que as diferenças entre os seus outros pais do mundo fantástico e os pais da vida real não são só em estéctica e que quer voltar para os pais verdadeiros. O toque de terror é delicioso.
As coisas correm mal para Coraline e esta vai ter que regressar para o mundo real.

Amanhã possivelmente segue outro filme animação deste ano que ando para ver, não percam o próximo episódio porque nós também não! ahah.

Realizado em 2009 por Jason Reitman e com George Clooney como protagonista.

Já tinha lido algumas boas críticas sobre este filme que à partida parece ter um elenco e história para um típico filme Americano de comédia romântica. Mas não, o filme tem uma mensagem forte sobre a vida moderna.

Ryan Bingham, é uma pessoa contratada para viajar por todo o mundo em função de uma empresa que despede pessoas. É tão simples como isso, é tão simples como mostrar o que a vida nos tempos modernos tem de mais superficial. Um emprego destes mais não pode ser que um pesadelo, mas Ryan vive bem com isso e com o facto de passar quase todo o ano a viajar numa vida oca e sem nenhum laço amoroso ou familiar em terra.

O encontro com Alex Goran (Vera Farmiga) com quem se envolve numa das viagens, vai mudar um pouco esta situação e fazer com que a personagem vá “amolecendo”, mas no fim a conclusão é que toda a gente precisa de alguém com quem partilhar coisas, mas que nem toda a gente tem a sorte de o conseguir quando já é tarde de mais.

É um filme fresco, que nos faz pensar sobre a importância de algumas coisas e das pessoas nas nossas vidas. O drama da sociedade de hoje tão superficial e de como as coisas são feitas até na hora de despedir alguém. É importante lembrar que podemos ter tudo e não ter ninguém, ou que podemos nos ver numa situação má, como perder o emprego mas que pode ser compensado por termos alguém com quem contar. Eu passei por isso duas vezes nos últimos 3 meses.

Soundtrack com Angel in the SnowElliott Smith é tudo de bom.

“Don’t you know that I love you
Sometimes I feel like only a cold still life
Only a frozen still life
That fell down here to lay beside you”

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Lee.

De 2009, dirigido por Spike Jonze.

Deviam ler isto aqui, escrito pelo Miguel aka Anagrama Orgânico. Crítica completa e com algumas curiosidades que muitas pessoas podem não saber sobre o realizador do filme entre outras coisas, sem falar que é dos blogs que vale a pena visitar.

“(…)há um sentimento de tristeza que assola as audiências, impressionadas com o realismo que se cria (é possível criá-lo) (…)”

Eu vi o filme hoje e gostei.

Lee.

Filme de 2009, com participações de várias caras conhecidas (tanto em representações como em direcção e escrita).

A Natalie Portman, acaba mesmo por fazer as 3 coisas na sua parte do filme. Vejam mais no IMDB.

 

A junção de várias histórias, de vários encontros e desencontros de pessoas diferentes na cidade de Nova York.

Têm quase sempre o “tema” diversidade nas varias curtas, o que é normal numa cidade tão grande, diferenças entre as pessoas, o quotidiano e especialmente romance.

Não sendo nada de novo nem de fantástico, é mais do que esperava, é agradável para um feriado.


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Já agora, vou deixar a sequência que seria para o filme, escrita e dirigida pela Scarlett Johansson, mas que acabou por ser cortada.

A opção estética e do estilo não foi mesmo favorável para o tipo de filme.

No entanto, e como é estrela, a curta está no LA Shorts Fest ‘09.

 

 

Lee.

 

 

 

Filme de animação do ano passado dirigido por Shane Acker e que teve como produtores, Tim Burton e Timur Bekmambetov.

É uma história na era das máquinas e mundo sombrio, onde existem também estas “criaturas” pequenas, criadas por um cientista, cada uma delas com um pouco de si e da sua personalidade. A sua ultima obra foi o número 9.

Num mundo sem humanos, estas pequenas invenções são o que resta de sentimentos no mundo e terão que lutar para se manterem nele.

Para quem vai ver o filme a pensar no nome Tim Burton na produção, não é o estilo sombrio dele.

É uma história de inocência e da “sobrevivência” de sentimentos.

Bastante bom.

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Lee.

E sobre a review neste blog, do filme  Seul contre tous, tenho a dizer só que finalmente vi qualquer coisa do senhor que dá nome a este post.

Confesso que ando para ver pelo menos o Irréversible à muito tempo (review aqui também, vale a pena ler!), mas ainda não foi desta.

Comecei por ver a curta de 1991 “Carne“.

As sequências de imagens  agressivas e paranóicas de forma monótona dá algum ênfase  a uma história um pouco “descabida”.

É a história de um talhante que fica sozinho com uma filha para criar. as imagens baseiam-se no dia-a-dia desta personagem e da relação estranha com a filha. O pai acaba por cometer um crime depois de terem violado a filha.

As imagens e sons do televisor a preto e branco em certos momentos,  é um bom pormenor.

Em tempo vou ver o que ficou para trás de Gaspar Noé, que só conhecia de nome, e de algumas reviews que já li ou de ouvir falar; também no excelente blog WALK the WALK que já referi (além disso é A ternura e deixa-me filmes no pc para ir vendo).

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Lee.

É um filme do ano 2004, dirigido por Michel Gondry.

Quantas vezes já disseram “quem me dera conseguir esquecer!” ?

E se através de algum processo isso fosse mesmo possível ?

Kate Winslet e Jim Carrey são protagonistas desta história.

Clementine (Kate Winslet), decide apagar o namorado da memória e começar uma nova vida, num acto de impulso. Joel (Jim Carrey), ao perceber que a namorada não se recorda dele, procura o inventor do processo com o desejo de no dia seguinte acordar sem qualquer memória de Clementine.

O filme baseia-se quase todo nas memórias de Joel, que deveriam ir sendo apagadas. O filme é muito leve, não tem a carga dramática que era suposto ter (penso eu), mas é muito agradável, e mesmo num filme “simples” e com mais de 4 cores de cabelo diferentes, a actriz Kate Winslet consegue estar muito bem, como é habitual.

Estes por fim acabam por se encontrar novamente, e a questão será: estarei melhor com o que conheço inconstante, mas que amo, ou com o desconhecido que me aborrece e me deprime?

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Lee.

Breaking Bad, é uma série que comecei a ver há umas duas semanas.

Acabei de ver a primeira season este fim de semana.

É estranha, e a descrição não vai favorecer, mas é a história de um professor de química que descobre ter um cancro em fase muito avançada, e que se torna criminoso para ver resolvidos os seus problemas económicos. Envolve-se num mundo com que nunca teve contacto.

Drama/um pouco de comédia negra/acção

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Lee.

Filme de 2006 do realizador Alfonso Cuarón.

Vi a semana passada no quentinho do sofá com O miúdo.

Não sei porquê sempre me passou ao lado este filme, nunca esteve na “lista de espera”. Ultimamente das coisas que faço é mesmo passar muito tempo na internet (estar desempregado é assim), ou ver filmes no fim de semana e descansar, e portanto vi como que por acaso este filme no fim de semana passado.

A história deste filme é quase como uma “metáfora”, uma chamada de atenção para como vai a humanidade.

Num futuro muito próximo, em 2027, é quando se passa a história do filme. Nessa altura a pessoa mais nova do mundo tem 18 anos, ou seja existe infertilidade há 18 anos. O mundo está em total caos e sem esperança.

Theo Faron (Clive Owen), “encontra” essa esperança.

Gostei muito dos extras desta edição do dvd. Faz-nos perceber ao pormenor a intenção do realizador e os significados “dos segundos planos” como dizem no documentário, das coisas ao longo do filme. Tem um boa mensagem, e esta muito bem feito.

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Lee.

Filme de 1995 de David Fincher.

Mais de 15 anos para ver este filme, literalmente.

Tenho uma certa vergonha…

Brad Pitt , Kevin Spacey… O que posso dizer,

8/10

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Lee.

Paper Heart, de 2009, dirigido por Nicholas Jasenovec.

Como diz em cima no cartaz, é um documentário/história/filme sobre amor.

Charlyne Yi, que não acredita no amor, conduz este documentário. Ao longo do filme Charlyne entrevista vários pessoas que falam sobre as suas experiências com o amor e sobre o significado atribuído por cada um a esse sentimento e às suas relações.

Michael Cera entra na história para  ser o final (feliz obviamente) de Charlyne.

Formato estranho; o realizador Nicholas Jasenovec, é o realizador do documentário na história (Jake Johnson) e é o único das personagens principais que no filme tem um nome fictício.  Acho que a intensão é que seja o mais real possível, gostei, é bonito.

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Lee.

Signs, de Patrick Hughes

Uma curta metragem do festival Schweppes. Obrigada ao João por me ter mostrado *

tão amor.

IMDB, um 8.4 aqui.


Lee.

Filme de 2009, escrito e dirigido por Francis Ford Coppola.

Bennie (Alden Ehrenreich), vai  até Buenos Aires, Argentina, visitar o irmão mais velho e escritor Tetro (Vincent Gallo), que não vê há muito tempo. Sempre num ambiente de mistério, Bennie vai conhecendo mais sobre o irmão de quem tem apenas recordações de como costumava ser. Tetro tenta manter o irmão mais novo afastado da verdade, mas Bennie vai encontrar no irmão uma pessoa diferente da que conhecia antes, e descobrir mais sobre o seu passado e sobre o passado da sua família.

Não sei se a escolha do Black and White da filmagem da acção e cores para recordações do passado foi uma boa escolha. Eu preferia tudo a cores, apenas porque para mim fazia mais sentido no filme, mas não achei mal assim também.

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Lee.