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Kevin Spacey

 

Adoro-o. Por coisas como The Usual Suspects, Se7en , American Beauty, The Life of David Gale

 

“I don’t believe in elitism. I don’t think the audience is this dumb person lower than me. I am the audience.”

 Quentin Tarantino

 

 

 

Limitless 2011 – Dirigiro por Neil Burger.

 

A falta de inspiração do escritor Eddie Morra (Bradley Cooper) , leva-o a descobrir e a tomar uma droga desconhecida, que o faz ficar com capacidades e inteligência superior a um regular humano.
Acontece que a tal “droga milagrosa”, os caminhos da ambição e a descoberta de novas coisas que nunca imaginou conseguir fazer, leva-o a meter-se com as pessoas erradas.

Robert De Niro como Carl Van Loon, seu chefe numa grande empresa é passado para trás pelo jovem magnífico e isso não lhe agrada, assim como outras poderosas pessoas com o conhecimento da existência da tal droga de edição limita fazem tudo para lhe por as mãos.

Morra está no caminho e no posse do que todos querem, o poder. Filme mediano.

 

 

The Adjustment Bureau 2011 – Escrito e dirigido por George Nolfi.

 

Este ainda está fresco na memória, porque foi visto ontem à tarde.

Um romance (bem mais romance do que aquilo que se esperava do filme), entre o político David Norris (Matt Damon ) e Elise Sellas (Emily Blunt ). Estes não têm muito em comum para além de não estar destinado estarem juntos.

David descobre por acidente uns “senhores de chapéu”, uma espécie de anjos do destino, que influenciam e fazem cumprir os destinos de cada um. Inclusivé o dele. O seu amor por Elise não é compatível com a carreira que se espera para ele como político e tudo é feito para os manterem afastados. Mas será que esse foi sempre o destino dos dois? O de estarem separados?

 

 

X-Men: First Class 2011 – Ditigido por Matthew Vaughn

 

Este último filme sobre as origens do X-man, leva-nos a perceber como as coisas aconteceram antes do primeiro filme (um bocado óbvio também). Mas importante, principalmente para os menos atentos saberem de onde veio, por exemplo, a Mystique que é bem importante em todo o enredo.

Apesar da maioria das personagens principais dos anteriores filmes (ou não anteriores neste caso) não aparecerem, o filme mostra principalmente o lado sentimental de toda a história do X-man, e como cada passado influenciou o destino de cada um como mutante. A história inicial do Magneto (interpretado por Michael Fassbender neste filme) e de Xavier (James McAvoy) é obviamente um ponto que tinha que ser explorado.

Gostei muito, efeitos, história, tudo no sítio.

  

Wu tang Clan – @London, HMV FORUM


Depois de voltar de fim de semana de Portugal, festa de anos, e apresentações do livro “Um delicado sentido de equílibrio“, domingo foi dia de Show por cá.
Dia de chuva, e nós a deixar Portugal com os seus 20 e tal graus, fuck, às vezes custa.

Desta vez não fomos nem perto da hora de abertura das portas, chegámos bem depois (já que em Raekwon tinha sido aquela seca até começar o que importava). Timing perfeito, bem antes de começar a tocar os Wu tang Clan.

A banda não vinha toda a Inglaterra, soubémos nós no próprio dia do concerto (faltou o RZA, Raekwon and Inspectah Deck, penso). Mas mesmo assim valeu a pena, mais para Ele do que para mim claro, que sou fã há muito menos tempo e em menos “quantidade”.
Desta vez não andavam os seguranças feitos maluquinhos a caçar o pessoal a fumar ganzas nem nada. Pessoal em altas, boa energia e boa presença de todos (mas o Ghostface é o maior! e o meu favorito).
Penso que como nós toda a gente saiu de lá satisfeito apesar de não ter visto aquilo para que pagou, a banda toda junta.

 

 

Hum, passei no meu antigo blog (este portanto), e pus-me a pensar no real significado dos 31.765.

Se cá passaram esse número de visitas, o que é que motivava a maioria delas? Eu confesso, que sou um pouco “mete nojo” às vezes, tal como toda a gente (e principalmente o Tuga), às vezes gosto de meter o bodelho mesmo em coisas que não gosto. Alguns blogs fazem-me rir. E com isto não quero dizer que o meu antigo Blog não fosse o mesmo para as 30 e tal mil visitas. Tudo relativo.

Há uns tempos, todos os dias fazia uma visita diária pelos meus blogs favoritos e aprendi muito com isso, é o que sei. Gostava que alguns voltassem ao activo, principalmente nestas horas mortas que tenho tido no trabalho.

Enfim, isto para dizer que me apetece voltar a este espaço. De vez em quando.

 

Remember Me do realizador Allen Coulter, conta o romance entre Tyler Hawkins, que perdeu o irmão por suicídio, com a filha de um polícia traumatizado pela morte trágica da mulher num assalto.
Os problemas familiares e os pontos em comum dos dois até poderia dar algum ênfase ao drama, se não fossem as interpretações tão banais.
Mas não podia piorar mais do que um final relacionado com o 11 de Setembro, pelo menos não de forma tão fácil e despropositada.
A fala final fez-me lembrar “beleza americana” e só me consegui rir com essa lembrança e comparação da “moral da história”.

O facto de quererem aproveitar a fama do rapaz bonitinho da saga Twilight, (Robert Pattinson), é até certo ponto inteligente, tendo em conta que a história (e filme) é muito fraca.

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TORRENT

Do realizador Radu Mihaileanu , fez parte da programação da festa de cinema francês deste ano. O actor principal que esteve presente  antes do filme; é uma pessoa realmente bem disposta e engraçada e pelo que disse divertiu-se muito a fazer este filme, e acredito que sim.

Andrei Simoniovich Filipov, um ex maestro que acabou a trabalhar como empregado de limpeza, vê a sua grande oportunidade de reunir os antigos companheiros de orquestra para tocarem em França. Lá viria também a resolver um antigo segredo com a violinista convidada para esse concerto.
A história passa-se inicialmente na Rússia e desde a forma como tudo é feito às escondidas pois iam clandestinamente substituir a orquestra de Bolshoi, até à forma como conseguem os passaportes para chegar ao destino e todas as peripécias para lá chegar, os velhos músicos ; é muito engraçado.
Gosto de filmes que me fazem rir, mas com o seu quê de drama, e este filme é isso mesmo.

sala do São Jorge toda a rir em alguns momentos, final grandioso e toda a gente concentrada. Valeu a pena.

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TRIALER

Este foi um dos filme/doc da Festa de Cinema Francês deste ano.

É uma realidade dura, não fazia ideia (ignorância minha) que o Congo era mesmo tão pobre. Juntando as dificuldades com dinheiro, existe um grupo de homens com deficiências físicas e poucas condições de vida que se dedicam a fazer música da forma que conseguem.

O sonho era poderem um dia gravar um disco e tocar na Europa, vista como o paraíso distante e sítio quase mágico. As conversas das crianças do Congo sobre “o sítio Europa” (para elas), e sobre como será melhor a vida cá é quase engraçado, mas faz-nos tomar consciência da sorte que temos em ter algumas coisas tão simples na vida como um colchão para dormir e de como isso é um “luxo” para algumas pessoas.

É uma filme/documentário, com alegria, música e até dança; mas um pouco triste também.

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TRIALER

Na sua segunda edição, nos dias 30 de Setembro e 1, 2 e 3 de Outubro no Museu da Carris. Apartir da tarde de dia 1 de Outubro estará aberto ao público em geral.

 

 

“O objectivo é mais uma vez dar a conhecer os trabalhos premiados este ano com o ‘Grand Prix’ e o ‘Leão de Ouro’ a profissionais do mercado e ao público em geral.” Resto da notícia.

 

Vão ser apresentados os prémios deste ano, num programa que podem consultar aqui.

Dirigido por Nimród Antal.

Uns dos maiores assassinos de várias partes do mundo são misteriosamente levados para uma selva num outro planeta, onde terão que escapar a criaturas alienígena que os pretendem literalmente caçar. É um jogo de sobrevivência.

É um filme para ver cinema para mim, foi isto que pensei depois de terminar. Digo isto, porque se não fosse no cinema (já com a expectativa muito baixa),  não é coisa que fizesse o download para ver em casa, porque tendo outras opções nem num domingo à tarde o via provavelmente. O que envolve o filme nunca me despertou a atenção, (extraterrestres e ficção normalmente não é coisa fácil de me agradar) mas “o jogo” psicológico do filme acaba por safar para um filme de acção, apesar de previsível e nada de extraordinário.

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Escrito e dirigido por Jaco Van Dormael.

Nemo Nobody (Jared Leto), é uma personagem que nos entra na cabeça e  que nos faz questionar algumas coisas. Tendo em conta as restantes personagens não serem mais que um suporte na sua história, Jared no papel de Nemo, consegue manter a personagem principal a cumprir muito bem.

Nemo acorda um dia sem memória de quem é, e o como o humano mais velho na altura e último mortal na terra. Este ao tentar recordar-se, conta-nos as várias histórias das várias possibilidades de vidas que pode ter tido e porquê. O que mudaríamos se conseguíssemos prever o que uma simples escolha ou acção influencia? O filme tem um ritmo alucinante que envolve questões simples como o tempo, a vida,  o amor, as escolhas que fazemos, as escolhas que não podemos fazer e a “impotência” perante alguns acontecimentos…

Com um toque completamente diferente, um dos melhores filmes que vi recentemente, tendo em conta também que nem vi tantos quando gostaria.

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Excelente fotografia. A curta é dirigida por Rob Chiu.

Comecei a ver com a expectativa muito baixa, mas o que posso dizer é que está bastante completo e do melhor que já vi sobre o assunto em forma de documentário. As pessoas certas a falar do assunto e num formato interessante. Check

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