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You talk to loners, you ask how’s your week. You give love to all and give love to me. You’re obsessed with hiding the sticks and stones. When I feel the unknown You feel like home, you feel like home.

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Hum, passei no meu antigo blog (este portanto), e pus-me a pensar no real significado dos 31.765.

Se cá passaram esse número de visitas, o que é que motivava a maioria delas? Eu confesso, que sou um pouco “mete nojo” às vezes, tal como toda a gente (e principalmente o Tuga), às vezes gosto de meter o bodelho mesmo em coisas que não gosto. Alguns blogs fazem-me rir. E com isto não quero dizer que o meu antigo Blog não fosse o mesmo para as 30 e tal mil visitas. Tudo relativo.

Há uns tempos, todos os dias fazia uma visita diária pelos meus blogs favoritos e aprendi muito com isso, é o que sei. Gostava que alguns voltassem ao activo, principalmente nestas horas mortas que tenho tido no trabalho.

Enfim, isto para dizer que me apetece voltar a este espaço. De vez em quando.

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LOVE IT.

Por: Jean-Sébastian Monzani

“Não precisas de olhar para o telefone de disco, ensaiando o discurso, antes de ligar para o número escrito num guardanapo de discoteca, como acontecia nos tempos em que desapertar um soutien era uma glória pouco frequente. Hoje, basta que, a meio da conversa com uma miúda que acabaste de conhecer, lhe perguntes se tem Facebook. Depois diz que vais buscar uma bebida. Volta mais tarde, quando já consultaste, no teu telemóvel, o perfil dela (deu para veres uma foto, na praia, ao fim do dia, bonito sem ser piroso, gostas da boca e do cabelo dela). Quando chegares a casa, se estiveres em condições de teclar, manda um sms, nada de emocional, reconhece que gostaste da noite. Não uses o Facebook, isso indicaria que te deste ao trabalho de ligar o computador. Durante a semana, troca mensagens no Facebook, se as mensagens acelerarem, entra no chat e fala com ela. Se as mensagens forem planas, curtas e sem espaço de manobra, esquece e aproveita os privilégios do presente: a tecnologia economiza tempo. Se as coisas correm bem, usa ferramentas de sedução, como postar o vídeo de uma banda que ela te mostrou ou apenas fazer um “Like” em algo que ela tenha escrito no mural: “O teu coração dá-me tesão”. Um dia vais acordar no quarto dela. Diz: “Deixa-te estar”, dá-lhe um beijo, diz: “Vou para casa.” Não mandes sms. Toma o pequeno-almoço e mete-te na cama com o laptop. Uma miúda que não conheces fez um “Like” na frase que roubaste a um escritor: “Your ♥ is my piñata”. Manda-lhe uma mensagem. Mais uma ficha, mais uma voltinha.”

Hugo Gonçalves


Visto aqui.

Lembram-se por exemplo do vosso 5º ano no dia dos namorados? Havia uma caixa grande todos os anos feita para cartas que tinham o nome, o ano e a turma do destinatário para depois serem distribuídas. Normalmente as cartas eram anónimas ou algumas até a gozar com alguém, ou só a dizer “lembrei-me de ti, ola”. Lembram-se? Ainda tenho algumas guardadas… Hoje em dia a minha irmã que está no 5º ano, tem facebook e fala com os amigos pelo msn ao invés de enviar uma carta ou ir para a rua brincar e ouvir discman.

Não estou a ser hipócrita porque confesso que uso a internet por exemplo, para várias coisas, o dia-a-dia, mas este texto deixou-me a pensar que quanto mais olho para o mundo com “olhos de ver” menos gosto dele. As pessoas vão se esquecer dos verdadeiros sentimentos até ser um caso de “em tempos …”.

Old.

Site. (ver curta)

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“Well, I met you at the blood bank
We were looking at the bags
Wondering if any of the colors
Matched any of the names we knew on the tags
You said, “See, look, that’s yours!
Stacked on top with your brother’s
See how the resemble one another
Even in their plastic little covers”

And I said I know it well

That secret that you know
But don’t know how to tell
It fucks with your honor
And it teases your head
But you know that it’s good girl
Because it’s running you with red

Then the snow started falling
We were stuck out in your car
You were rubbing both of my hands
Chewing on a candy bar

You said, “Ain’t this just like the present
To be showing up like this”
As a moon waned to crescent
We started to kiss

And I said I know it well
That secret that we know
That we don’t know how to tell
I’m in love with your honor
I’m in love with your cheeks
What’s that noise up the stairs, babe?
Is that Christmas morning creaks?

And I said I know it well
I know it well . . . “

Hoje lembraram-me destes dois, sou capaz de babar neste ex casal uma hora seguida.

Só esta semana é que tive conhecimento deste album, American VI Ain’t No Grave de Johnny Cash.

É o seguimento do American V, e foi lançado a 23 de Fevereiro de 2010, 3 dias antes do seu aniversário de 78 anos e 7 anos depois da sua morte.

Já eram conhecidos temas carregados, tristes, melancólicos dos últimos albuns… A dose é a mesma, a música entra no ouvido da mesma forma para mim, mas tem uma mensagem de paz,  dele próprio mas também para o mundo, com letras como em Last Night I Had the Strangest Dream: “Last night I had the strangest dream I’ve ever known before. I dreamed that all the world agreed to put an end to war”.

A mensagem é clara, como no tema A Satisfied Mind, há coisas que se aprende na vida a bem ou a mal. Enquanto a melodia envolve, dá que pensar.

Cash esperava pela morte desde que perdeu June Carter, porque não encontrava mais lugar no mundo, como se pode notar em I Don’t Hurt Anymore.

Depois do American V, Cash diz-nos com este último álbum: “já passou, estou em paz”.

“It don’t hurt anymore
All my teardrops have dried
No more walkin’ the floor
With that burnin’ inside
Just to think it could be
Time has opened the door
And at last I am free
I don’t hurt anymore

No use to deny I wanted to die
The day you said we were through
But now that I find you’re out of my mind
I can’t believe that it’s true
I’ve forgotten somehow
That I cared so before
And it’s wonderful now
I don’t hurt anymore”


Download aqui

Enjoy.

“At last, my love has come along
My lonely days are over
And life is like a song
Oh, yeah, at last
The skies above are blue
My heart was wrapped up in clovers
The night I looked at you
I found a dream that I could speak to
A dream that I can call my own
I found a thrill to rest my cheek to
A thrill that I have never known
Oh, yeah when you smile, you smile
Oh, and then the spell was cast
And here we are in heaven
For you are mine
At last”

Isto porque? Ontem entraram na loja para ver discos, pegam num vinyl de Etta James e não compram porque o preço não é apelativo. Ao menos deixam a recomendação do filme Cadillac Records, compram algumas coisas e ainda me lembram de deixar a rodar os 2 discos edição “Peaches” que fizeram a minha tarde um pouco mais agradável.
Estou mesmo disto…

Dirigido por Darnell Martin.

O filme é baseado na história de vários nomes conhecidos do Blues e do Rock And Roll.

A produtora discográfica Cadillac Records (ou Chess Records) fundada por Leonard Chess, representado por Adrien Brody no filme, fica conhecida por oferecer um carro Cadillac a cada um que conseguia atingir a fama com a música Blues.

De curiosidade:
Mos Def é um simpático e divertido Chuck Berry, gostei.

Etta James é representada por Beyonce no filme. Já tinha visto a Beyonce ser mediana num papel do género deste filme, em Dream Girls, e apesar de menos relevante acho que se saiu largamente melhor neste papel.

Não é um grande filme mas é do tipo de filme que vejo com agrado pela história em si.

IMDB

TRAILER

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