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Hum, passei no meu antigo blog (este portanto), e pus-me a pensar no real significado dos 31.765.

Se cá passaram esse número de visitas, o que é que motivava a maioria delas? Eu confesso, que sou um pouco “mete nojo” às vezes, tal como toda a gente (e principalmente o Tuga), às vezes gosto de meter o bodelho mesmo em coisas que não gosto. Alguns blogs fazem-me rir. E com isto não quero dizer que o meu antigo Blog não fosse o mesmo para as 30 e tal mil visitas. Tudo relativo.

Há uns tempos, todos os dias fazia uma visita diária pelos meus blogs favoritos e aprendi muito com isso, é o que sei. Gostava que alguns voltassem ao activo, principalmente nestas horas mortas que tenho tido no trabalho.

Enfim, isto para dizer que me apetece voltar a este espaço. De vez em quando.

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Campanha publicitária da Born Free.

Notícia

Agência WCRS

O famoso fotógrafo morreu ontem aos 74 anos, (notícia completa na Blitz).

Jim Marshall, foi autor da foto em cima e de várias fotos memoráveis de músicos como Beatles, Jimi Hendrix, Johnny Cash, Rolling Stones etc.

Mais trabalhos.

A Year’s Supply of Jello Biafra

Jello Biafra, vocalista de Dead Kennedys, deu uma entrevista para a Aquarian.

Gostei de ler, tem interesse apesar de não concordar com muitas das opiniões do senhor.  Música , política e ao mesmo tempo a boa disposição são os principais pontos.

“You got to give the BBC this: yes, it’s run by a government, but they’re more likely to broadcast something like that than the latest misadventures of Tiger Woods’ penis over and over again. We have another celebrity drug death, and my only reaction to that is ‘Thank you for dying, get off the air, goodbye.’ “

Mais aqui.

Everlast of House Of Pain

Já agora fica também a entrevista do Everlast sobre House of  Pain e sobre a sua carreira nos últimos anos.


“it seemed like a cool thing to do. The way I look at it is, this year came around—and people offer gigs all the time—but for some reason around St. Patty’s Day I get to feeling nostalgic, and it offers me the opportunity to revisit the material that I really haven’t done in a long time, because I’m not interested in being one of these dudes on the old school circuit. Hopefully, that’s still a few years away.”

Mas aqui.

Amanhã na FOX, episódio especial em 3D do 20º aniversário da série.

Parabéns Simpsons.

Desenho no vídeo por Jackson Pollock.

via.

Lee.

Nobel da paz 2009

 

 

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“O comité deu muita importância à visão e aos esforços de Obama no sentido de um mundo sem armas nucleares”

 

Não será demasiado cedo?

 

Lee.

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Resolvi reservar um espaço no blog para uma breve entrevista ao Bruno, guitarrista de Steal Your Crown e autor do Documentário Rumo ao Núcleo Duro.
A primeira parte do DOC  já está disponível há alguns meses no blog para a divulgação, e a segunda parte está para breve, fiquem atentos.
Desde já obrigada Bruno pela disponibilidade para umas breves questões, apesar de já termos falado muitas vezes sobre o assunto é sempre bom ficar com o registo e partilhar.*

1- Há pouco tempo lançaste online a primeira parte do documentário “Rumo ao Núcleo Duro”, integralmente realizado por ti, a falar da cena hardcore em Portugal. Desde já, acho que fizeste um óptimo trabalho.
A segunda parte do documentário vai ser lançada em breve no Blog que criaste para a divulgação, certo? Gostaria que falasses um pouco das tuas motivações para fazer o DOC e de como vai ser conduzido…


R:
Em primeiro lugar, quero começar por agradecer-te o elogio ao meu ‘trabalho’ e também felicitar-te por este espaço (já era altura de fazeres uma brincadeira destas). As minhas motivações para realizar, filmar e escrever o documentário “Rumo ao Núcleo Duro” resumem-se a dois pontos: o meu amor e entrega pela música e por esta subcultura, que faz grande parte da minha vida; e o meu gosto e interesse por documentarismo jornalístico, apesar de aqui não seguir, conscientemente, todas as suas regras deontológicas. Em relação ao fio condutor, posso responder de uma forma bastante sucinta: não tem. Vou alimentando o “bicho” gradualmente, quando considero que ele já comeu demais, deixo-o repousar.

2- Recebes-te alguma ajuda na filmagem, edição e partilha de conteúdos?

R: Até agora só posso agradecer ao Carlitos por me ir emprestando a modesta câmera. O gajo é um porreiro, não fosse ele meu pai. De resto, posso mandar um abraço ao Youtube, que também tem sido impecável na partilha, e cumprimentos à minha creatividade que não me tem desiludido na edição.

3- Achas que a informação, divulgação e este tipo de iniciativas está activa e presente? Consideras que há pessoas interessadas em participar e divulgar, ou achas que cada vez mais é cada um “pelo seu hardcore”?

R: Não sei se este tipo de iniciativas é recorrente, o meu filtro não tem apanhado muitas. Mas as poucas que vejo, principalmente com a explosão de blogues, são agradáveis. Acho que cada um abraça a sua utopia, limito-me a respeitar. É interessante assistir à diversidade de visões das pessoas, por mais distorcidas que algumas sejam. No entanto, tenho alguma saudade de ver ‘flyers’ na rua, que não sejam apenas dos grandes palcos; mas não crucifico o Myspace por isso, porque também é um gajo porreiro.

4- Nesta primeira primeira parte do DOC, várias pessoas participam e falam sobre o hardcore, o que significa para elas e da história e evolução da cena em portugal. Já que não “falas” nesta parte ou pelo menos não directamente, gostava que desses a tua opinião sobre o hardcore nacional e a sua evolução.

R: Essa é daquelas perguntas que dá para quatro romances e três ensaios, felizmente para mim e infelizmente para o infeliz que tivesse paciência para os ler. Existe uma boa obra de Tomás Morus, “A Utopia”, um dos textos mais célebres da cultura europeia e ocidental, onde o “absurdo se concretiza no utópico”. Acho que nesta cena nacional supera-se o absurdo, mas tudo o que se concretiza dá-se no utópico. Isto é, a música que nós fazemos é um absurdo para qualquer pessoa afastada fisicamente dos ambientes onde tudo acontece, esse absurdo é superado quando compreendido, e mais tarde absorvido. Por outro lado, tudo o que é concretizado, tanto pelas bandas, como pelo público, torna-se utópico e efémero; pois tudo se resume a estados de espirito, ao momento, tudo depende dos tempos. Se a banda “X-acto” aparecesse hoje seria respeitada como foi na altura? Se os “Act of Anger” surgissem agora, mereceriam o rótulo de “Hardcore”? Se “For the glory” nascesse 5 anos antes teria o impacto que tem nos nossos dias? Seria possível juntar bandas de diferentes zonas do país nos anos 90, com a facilidade como se faz hoje? Seria possível trazer grupos de outros países com o espirito DIY da forma como se faz hoje? Seria aceitável a presença de idealistas de extrema direita em concertos como é hoje? Alguém teria paciência para os discursos de “New Winds” agora? Como seria recebida a ideia de juntar hiphop/rap com hardcore na altura de “Sannyasin”? Quantas pessoas agora toleram em simultaneo o “Punk” e o “Hardcore” como se tolerava há uns anos atrás? Até a própria cultura da tatuagem e do piercing tem actualmente uma nova compreensão a nível nacional. Tudo se resume à própria definição, e tal como Tomás Morus define um governo imaginário, todos nós temos uma definição muito própria para esta realidade. A minha perspectiva é positiva relativamente ao rumo histórico da cena hardcore nacional, mas eu não passo de um egocêntrico que vive as coisas com os seus e que pouco empresta a outros; é por isso que passo a bola a outras pessoas e lhes dou tempo de antena neste documentário.

5- O que mudavas no TEU hardcore? Ou o que é que tentas mostrar com este documentário? Pergunta cliché eu sei aaha.

R:
Não mudaria nada. Nem no meu, nem no teu. Os tempos mudam por si: as caras, os acessórios, a entrega, as atitudes, a própria música e tudo o resto. Mas eu não mudo, ainda tenho os mesmos comigo de há anos atrás e o mesmo amor que sempre tive a esta realidade, onde fui crescendo. O meu documentário não tenta trazer algo de novo, tenta trazer algo. Pretendo reunir o máximo de perspectivas diferentes, para as pessoas que assistirem conseguirem fazer uma comparação das diferentes vivências e formas de pensar, autonomamente; acho que é precisamente aí que incido, na autonomia, pois considero que muitas pessoas vêem através de olhos alheios esta subcultura.

6- No campo individual e para terminar com um pouco de publicidade ahah, além de steal your crown tens também um projecto de hip hop (Vynn myspace). Queres dizer alguma coisa sobre isso?

R: Esse myspace é onde publico as conversas que tenho comigo próprio, com alguns convidados à mistura. É o meu autismo de eleição.

Obrigada.”

Fica o vídeo da primeira parte do documentário:

Vodpod videos no longer available.

Lee.

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Ao dar uma vista de olhos no jornal de notícias, deparo-me com o anúncio do novo programa dos gato fedorento, “Gato Fedorento esmiúça os sufrágios“. Até aqui tudo bem, a questão é quem vai ser o primeiro convidado. José sócrates ? ok.
De resto os convidados já anúnciados serão: Manuela Ferreira Leite (terça-feira), Paulo Portas (quarta-feira), Francisco Louça (quinta-feira), Jerónimo de Sousa (dia 21), António Costa (dia 29) e Pedro Santana Lopes (dia 30).

Acho Portugal um país único! É genial termos políticos “sérios” num programa muito pouco sério e em que basicamente já foram gozadas de todas as formas.
Qual é a intenção? “Somos tão engraçadinhos e da boa disposição porque gostamos de nos rir de nós próprios e de nos gozarem e não estamos nada a pensar nas eleições aí á porta”…? poupem-me!

José Sócrates elogia ainda o trabalho do grupo humorista e dos programas anteriores. Será da parte em que o senhor primeiro ministro leva pela trela os jornalistas que ele gostou assim tanto? Eu gostei, mas isso sou eu.

Não vou ver o programa hoje na SIC, mas irei espreitar no youtube, mas de qualquer forma a opinião está formada: R I D Í C U L O.

Notícia completa DN.

Lee.

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NOTÍCIA

Estou totalmente do lado da liberdade de expressão, do direito à opinião crítica e utilização dos meios necessários para o fazer.

A questão aqui é que existe uma coisa chamada jornalismo, e como tal, quem escolhe o jornalismo como profissão deve ter em mente o que isso representa. O jornalismo (para mim) deve ter como princípios básicos a divulgação de informação com um mínimo de imparcialidade, e não o ataque ou a atitude “digo o que me apetece” desta jornalista; muito devido ao facto do “maridão” ditar as ordens no canal (parece-me a mim mais uma vez).
Talvez a escolha de profissão de Manuela Moura Guedes não tenha sido a mais acertada, talvez tivesse mais sucesso e qualidade na política, quem sabe?!

Irritava-me profundamente e cheguei mesmo a ver situações ridículas e de motivo de vergonha para a informação nacional. Parece-me também que isso era opinião geral, mas o que é certo é que se foi mantendo o mesmo cenário durante anos.
Mudam-se os directores, mudam-se as vontades, porque esta senhora foi como que cordialmente mandada calar ao suspenderem o jornal nacional de 6ª feira, depois do afastamento de Moniz da direcção geral da TVI. É importante frisar que com esta decisão toda a Direcção de Informação da TVI se demitiu também, mas já não era sem tempo livrarem o espectador de um jornalismo tão pobre como era o da TVI apresentado por Manuela Moura Guedes que cada vez mais se comportava como juiz suprema, principalmente no que dizia respeito à política. Portanto, (e aproveitando este facto) as reacções dos partidos a esta decisão são negativas e acusam PS de censura.
Mas eu continuo com a minha posição, política à parte, esta senhora tinha de ser literalmente mandada calar!

Lee.

“Nunca foi nada que eu perseguisse, as coisas aconteceram de uma forma simples e natural”

Mais sorte, não?

Diogo Morgado, um actor Português (que por sinal é dos actores que mais me irrita em Portugal) vai ser o protagonista numa longa-metragem  independente realizada por James Foley, e que conta com participações de Al Pacino (protagonista de filmes como Scarface, Godfather etc.),Jonathan Rhys Meyers (protagonista do filme sobre a vida de Elvis de momento é o único que me lembro dele, não sou grande fã a menos que se fale da beleza do “senhor” que é evidente!) e Peter O´Toole.

“Mary, Mother of Christ” – “(…)A película contará a história de José (Diogo Morgado) e Maria (Camille Belle) antes do nascimento de Jesus Cristo”.

Na minha opinião acho que o filme em si não vai ter grande alcance, de qualquer forma estarei cá para ver e depois falar nisso aqui novamente, talvez 🙂 mas parece-me um grande passo na carreira de um actor Português que na minha opinião nem é dos que mais “merecia” (apesar do seu “curriculum” em cinema).

Jornal de Notícias.

Lee.